29 de julho de 2016

Sugestões

É tempo de abrir janelas!

Abrir as portas, abrir os braços, o coração… o Verão (Agosto) está aí, e com um sorriso.








fotos by_aflores

Tudo de bom!

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24 de julho de 2016

Desejamos repetir

A semana que passou foi um misto de temperaturas e sabores. Clima, sensações, surpresas, reacções, convívio, amigos, família…

Tudo isso é bom, muito bom (dirão vocês e digo eu), sem dúvida alguma, mas, assim como um gelado que acabamos de comer e rapamos a taça até ficar vazia (desejando ás vezes ter língua mais longa e não parecer mal lamber), com a semana aconteceu o mesmo…. Rapamos ao máximo até ao último bocadinho e acabamos com a habitual frase: «Delícia! Ia já outro»



Estes últimos dias foram componentes de um enorme e delicioso gelado, num misto de ‘quente-frio’ ou  ‘tutti-fruti’, deixando na boca (e no coração) sensações que não queremos que acabe e desejamos repetir breve, muito breve.

foto by_aflores

«Não haverá distância alguma neste universo que nos separe! Adoro-te (ontem) hoje sempre!» - RSF/Jul16


Tudo de bom!

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14 de julho de 2016

Fazer esquecer

Tendo a possibilidade de gozar uns dias de férias, uma possibilidade que todos deveriam ter… necessárias para retemperar forças e  “carregar baterias”, tento procurar locais que não conheço ou então onde há muito tempo não vou.

Estar de férias não é sinónimo (para mim) de “desligar de tudo”, por isso estou atento a determinados pormenores que nos vão surgindo aqui ou ali, e mais uma vez pude constatar que o meu País tem tanto de bonito como de “abandonado”… e não falo em paisagens, condições de alojamento, restaurantes… falo naquilo que rodeia, ás vezes a própria localidade onde se passa, as estradas, a sinalética… Portugal não é só Porto, Lisboa, Algarve, Costa Vicentina… Turismo não é só copos, gourmets e festivais de rock.
Férias não é só praia…

Mesmo tendo estado de férias numa altura “eufórica”, em que todos, ou quase todos, surfavam numa onda desportiva, carregada de esperança, a verdade é que nem sempre pude constatar aquele brilho nos olhos de felicidade, em todos os que por razões profissionais se “cruzaram” comigo.


Nunca fui mal atendido ou servido, pelo contrário, fui sempre atendido por profissionais de categoria, que honram bem a classe a que pertencem. No entanto, por detrás daquele… ‘Bom dia, boa tarde, em que posso ajudar? Aceita uma sugestão? Gostaram da refeição? Boa noite até amanhã…’ vi muita tristeza e desalento escondido, mais ou menos disfarçado.


Constatei que grande parte daqueles profissionais de categoria, davam o seu melhor e que tudo faziam para servir bem o cliente, a troco de ordenados miseráveis. 
Chamar remuneração digna ao trabalho especializado efectuado, é um engano para não dizer um enorme insulto, pois aquilo que vi foi escravatura, exploração do homem pelo homem!  



«É a necessidade» dizia-me ‘A’… «se eu não aceitasse trabalhar nestas condições (12 a 15 horas por dia), alguém aceitaria…. Há sempre quem aceite. Folgas? Vou gozando algumas, mas ás vezes há muito trabalho e pedem para não gozar… mas não pagam e depois nem sempre é fácil gozar essas folgas que se vão acumulando, como o cansaço, o desespero, a desilusão. O ordenado?... esse também é sempre o mesmo, o mínimo nacional. O que me vale é que desta vez, estou com contrato de dez meses, mas há quem esteja com contrato de 1 e 3 meses.

Assim vamos sobrevivendo e… olhe, mais logo que ganhe Portugal, para nos fazer esquecer por momentos, esta vida»



foto by_NaNi


Tudo de bom!

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10 de julho de 2016

Entre águas e ovos moles

As férias salvo algum imprevisto grave ou problemas de saúde, são sempre boas e necessárias ao bem estar, independentemente da forma e local onde são passadas.
Como é habitual nesta altura do ano, lá fui eu para uns dias de tão merecido período de feriar, como costumo chamar. 


Nada de complicado nem de longas viagens, ou paraísos de outro mundo… tenho medo de andar de avião (já sabem há muito), e não me sinto muito confortável fora da minha santa terrinha. É algo que tenho andado a tentar mudar, (pois tenho razões de sobra para “voos mais altos”), mas devagar devagarinho, que a seu tempo darei esse passo.


Portanto, e mais uma vez, fui turista cá dentro. E que bem estive.
Entre águas (umas mais medicinais que outras), paisagens de tirar a respiração, visitas a museus, caminhadas, mergulhos em águas cristalinas, gastronomia regional, incursões habituais em néctares melhores que qualquer aditivo, e ovos moles, fui intercalando com boas conversas, namoro (claro!!), sorrisos, enganos no caminho (óbvio, faz parte da tradição), e as habituais fotos  para mais tarde recordar e algumas partilhar aqui, convosco.



fotos_aflores & NaNi


Tudo de bom!

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